Importância para a sua empresa
A FISIOZEN cria um ambiente saudável e lucrativo para a sua empresa
Você obtem rapidamente o retorno de seus investimentos (ROI) através do aumento de sua produtividade. A FISIOZEN, além de cuidar da saúde dos seus funcionários, cuida também da saúde financeira da sua empresa.
Benefícios para sua empresa:
- Maior produtividade.
- Diminuição dos acidentes de trabalho.
- Redução dos gastos com afastamentos e substituição de pessoal.
- Menores gastos com convênios médicos.
- Diminuição do absenteismo e a procura ambulatorial.
- Marketing social muito forte.
- Favorece o trabalho em equipe.
Benefícios para os funcionários:
- Melhora o humor, auto-estima, disposição e concentração para o trabalho.
- Maior motivação.
- Maior integração no ambiente de trabalho.
- Correção de vícios posturais.
- Previne e combate doenças profissionais, sedentarismo, estresse, depressão e ansiedade.
- Alivia tensão muscular.
- Ativa a circulação do sangue.
- Melhora a qualidade respiratória.
- Reduz a ansiedade e irritação.
Confira abaixo alguns artigos importantes
- Concessão de auxílio-doença por acidente triplica desde janeiro
- Acidentes e doenças vão custar mais caro
- Ginástica laboral: uma atitude saudável
- Melhor do que a "paradinha" para o café!
Concessão de auxílio-doença por acidente triplica desde janeiro.
O número de benefícios de auxílio-doença acidentário concedidos por mês pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) triplicou desde janeiro. Naquele mês, foram concedidos 10.363 benefícios para trabalhadores com doenças relacionadas ao seu trabalho. No levantamento de maio, o INSS registrou 32.900 auxílios-doença acidentários --uma aumento de 217%.
O total gasto com o pagamento dos benefícios também explodiu: saltou de R$ 6,8 milhões em janeiro para R$ 23,5 milhões em maio.
O aumento no número de benefícios concedidos, segundo o Ministério da Previdência, está relacionado à implementação, em 1º de abril, da correlação da doença do trabalhador à sua categoria, o sistema chamado de nexo-epidemiológico. Por esse sistema, quando o trabalhador é examinado, o perito já sabe se a doença dele é relacionada ao seu trabalho. Caso isso ocorra, o auxílio é concedido sem a necessidade da comunicação por parte da empresa.
"O aumento era esperado. O objetivo é corrigir distorções nas concessões de benefícios por doenças ocupacionais, que não eram registradas corretamente", disse o secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer.
Antes desse sistema, para o trabalhador receber o auxílio-doença acidentário, era preciso apresentar a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) ao INSS. O documento é fornecido pela empresa ou pelo sindicato. Sem a CAT, o trabalhador recebia um auxílio-doença previdenciário, que não era computado como doença do trabalho.
"Agora o trabalhador tem o direito garantido. Era comum a empresa não admitir a existência de doenças ocupacionais", diz Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicatos dos Bancários de São Paulo.
O valor do auxílio-doença acidentário é o mesmo do previdenciário. A vantagem para o trabalhador é que no auxílio acidentário fica garantido o depósito do FGTS durante o afastamento e um ano de estabilidade após a volta ao trabalho.
JORNAL O DOCUMENTO / CUIABÁ, 22 de junho de 2007
ACIDENTES E DOENÇAS VÃO CUSTAR MAIS CARO
Acidentes e doenças vão custar mais caro! A recente publicação do Decreto nº 6.042 é um marco na área de Segurança e Saúde no Trabalho no Brasil. Ele estabelece dois instrumentos que modificam a percepção dos acidentes do trabalho pela Previdência. O Nexo Técnico Epidemiológico, que altera a forma de reconhecimento das doenças relacionadas ao trabalho. Ou seja, dependendo do agravo e da atividade econômica a que o trabalhador atua, seu problema poderá ser automaticamente relacionado à sua ocupação. O outro item é o Fator Acidentário de Prevenção, que vai mexer diretamente no bolso das organizações. O mecanismo permitirá a flexibilização das alíquotas do Seguro de Acidente do Trabalho conforme histórico acidentário das empresas. As novas regras podem ter grande impacto para os estabelecimentos. A saída proposta pela Previdência é uma só: que se invista mais em medidas de segurança e, assim, acidente-se e paga-se menos. Veja aqui a íntegra do novo decreto. Comentário por Francesco De Cicco (QSP/NGR) Conforme estabelecido no Decreto nº 6.042, de 12/2/2007, o Fator Acidentário de Prevenção (FAP) é um número que será aplicado por empresa, variando de 0,5 a 2, que multiplicará as atuais alíquotas - de 1%, 2% e 3% - do Seguro de Acidentes do Trabalho, podendo reduzir até 50% ou aumentar até 100% as atuais despesas da organização com esse seguro. O Ministério da Previdência Social publicará anualmente, no Diário Oficial da União, sempre no mesmo mês, os índices de freqüência, gravidade e custo, por atividade econômica, e disponibilizará, na Internet, o FAP por empresa, com as informações que possibilitem à organização verificar a correção dos dados utilizados na apuração do seu desempenho. O FAP produzirá efeitos tributários a partir do dia 01 de janeiro de 2008. Agora os empresários poderão perceber claramente que o desempenho superior em Segurança e Saúde no Trabalho de suas organizações tem um impacto direto no resultado financeiro da empresa, o que dá a ela também uma importante vantagem competitiva em relação a seus concorrentes, além, é claro, de gerar benefícios consistentes para os trabalhadores, que terão um ambiente de trabalho mais seguro e saudável.
Editorial da Revista Proteção / Março 2007
Ginástica laboral: uma atitude saudável
por Patrícia BispoCompetitividade do mercado globalizado vem influenciando o comportamento dos mais variados segmentos empresariais. Por esta razão, muitas organizações têm buscado alternativas para melhorar o desempenho dos seus colaboradores e conseqüentemente driblar a crise que, via de regra, pode colocar em risco a sobrevivência de qualquer corporação. Dentro deste cenário, uma das modalidades que vem recebendo atenção diferenciada é a melhoria da qualidade de vida.
Uma recente pesquisa realizada pela Deloitte Touche Tohmatsu revelou que mais de 70% das empresas do Brasil possuem algum tipo de programa voltado para a qualidade de vida. No trabalho intitulado "Benchmarking de Gestão do Capital Humano", a ginástica laboral aparece em segundo lugar na preferência dos empresários, com 57,97%, perdendo apenas para cursos e palestras que atingiram 82,61%. Em terceiro lugar veio o acompanhamento ergométrico (52,17%), seguido de dias para visita dos filhos (47,8%), consultas nutricionais (40)%, horário flexível (31,8%) e academia de ginástica (27,5%).
E não é por acaso que a ginástica laboral (exercícios físicos realizados no trabalho) teve destaque. Em São Paulo, as empresas têm acreditado neste recurso, cada vez mais, pois o investimento aplicado nas aulas pode ser considerado baixo, quando comparado aos resultados e benefícios alcançados.
Em janeiro deste ano, a K3 Laboral Fitness - empresa especializada em promover o bem-estar organizacional, realizou uma pesquisa junto a 1.200 funcionários que atuavam em cinco empresas de médio/grande portes e que adotavam aulas de ginástica laboral. O resultado apontou que a produtividade dessas companhias aumentou, enquanto o número de funcionários afastados por lesões caiu em 40%. Com relação aos colaboradores, os dados revelaram que 95% dos entrevistados sentem-se mais dispostos, 60% tiveram suas dores reduzidas e 89% perceberam melhoras na postura.
O diretor da K3 Laboral Fitness, Thiago Calixto, explica que o tempo de parada para a ginástica laboral é insignificante, quando comparado aos benefícios trazidos pelas aulas. "A legislação do Ministério do Trabalho e Emprego garante as pausas na jornada de trabalho. A Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho (NR-17) que trata da ergonomia, determina que sejam incluídas pausas para descanso nas atividades que exigem sobrecarga muscular estática ou dinâmica do pescoço, ombros, dorso e membros superiores ou inferiores", destaca. Calixto comenta ainda que uma parada temporária no trabalho permite o restabelecimento da musculatura corporal, principalmente a que é mais solicitada pelo trabalho, e previne as DORTs (Doenças Ortomoleculares Relacionadas ao Trabalho). "Através do alongamento da ginástica laboral, a musculatura sai do estágio de contração constante, relaxa e vai além do estado fisiológico normal, permanecendo alongada", observa.
Caso de sucesso - Desde abril de 2002, a Gênesis Design do Brasil - agência paulista de criação provedora de soluções tecnológicas e de marketing digital, vem sentindo os benefícios da ginástica laboral. Antes da adoção das aulas, os funcionários queixavam-se de dores, já que o trabalho deles exige que a maioria fique muito tempo diante dos computadores. "Além disso, não eram raras as faltas dos funcionários, por motivos médicos ocasionados, na maioria das vezes, por tendinite", relembra o diretor comercial da empresa, Alex Mezzacapa. Foi extamente neste período que a Gênesis Design manteve o primeiro contato com a prática laboral, através de uma proposta apresentada pela K3 Laboral Fitness. O trabalho para conscientizar os funcionários sobre a importância da ginástica começou junto à própria diretoria e aos chefes de departamentos. Paralelamente a isso, foram realizadas palestras educativas e distribuídos banners e folhetos explicativos para todos os colaboradores."Na realidade, minhas expectativas foram superadas, porque os funcionários mostraram muito interesse nas ativididades, tendo em vista que eles eram os que mais precisam das atividades laborais", complementa Mezzacapa.
Atualmente, as aulas de ginástica laboral acontecem diariamente, de segunda à sexta-feira, com duração aproximada de 15 minutos. Os exercícios são conduzidos por monitores e são direcionados para cada setor, de acordo com as partes do corpo que são mais solicitadas pelo trabalho de cada pessoa. No entanto, os funcionários não realizam os exercícios na ausência dos instrutores, pois se a atividade for feita de forma errada poderá prejudicar, ao invés de trazer benefícios.
As aulas da Gênesis Design atende a todos os 25 funcionários da empresa. Apesar da participação ser espontânea, a presença dos colaboradores é maciça. Só não participam os funcionários que eventualmente precisam fazer trabalhos externos e não estão presentes no horário da aula.
Depois que a ginástica laboral incorporou-se à rotina da empresa, Alex Mezzacapa afirma que houve uma sensível melhoria no relacionamento entre os funcionários. "De um ano para cá, desde a introdução deste programa de qualidade de vida, posso afirmar que os afastamentos por motivos médicos caíram pela metade. Graças a isso, tive um aumento na produtividade de 30%", conclui o diretor Comercial da Gênesis Design do Brasil.
Melhor que a "paradinha para o café!
Esta é uma pesquisa que compara 2 grupos dentro de uma empresa, um grupo(26 empregados) que recebia 15 minutos de massagem 2 vezes por semana e outro grupo(24 empregados) que não recebia massagem mas usava uma técnica de relaxamento apenas fechando os olhos e indução para o relaxamento.
Resultados:
- O grupo que recebeu massagem demonstrou uma redução no estresse e maior disposição, enquanto o outro grupo não apresentou nenhuma melhora.
- Ambos grupos tiveram as ondas cerebrais, alfa e beta medidas e observou-se que no grupo que as pessoas receberam massagem estavam mais alertas.
- A quantidade de hormônio do estresse encontrados na saliva foi menor no grupo que recebeu a massagem do que no outro grupo.
- O grupo massageado resolvia problemas matemáticos na metade do tempo que eles levam normalmente além de terem 2 vezes menos erros do que quando eles não eram massageados. Enquanto as habilidades matemáticas do grupo que não recebeu massagem, apenas indução ao relaxamento, não houve nenhuma melhora.
- E para fechar eles consideram significativo os resultados obtidos na pesquisa se considerarmos que quase 200 bilhões de dólares (estimativa de 1993) são perdidos em baixa produtividade nos Estados Unidos, considerando-se baixa produtividade, abstinências, despesas médicas diretas e planos de saúdes entre outros.
*Field, Ironson, Pickens et al. (1996). International Journal of Neuroscience 86, 197-205